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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Retomada nuclear

Mesmo ainda abalado com o acidente de Fukushima, o mundo retoma a construção de usinas atômicas de olho na redução dos gases estufa


Quatro anos depois do tsunami devastador que destruiu os reatores da Usina de Fukushima, no Japão, o mundo parece estar se reconciliando com a energia nuclear. Mesmo ainda sob o impacto do pior acidente atômico desde Chernobyl, 16 países estão investindo na construção de 72 novas usinas nucleares, a maior parte delas exatamente na Ásia. O movimento, apesar de ainda contar com a resistência dos ambientalistas, é um sinal claro de que a energia atômica está longe de ser aposentada, como previram os assustados japoneses logo após o tsunami de 2011.
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LÍDER
Só na China, 28 novas usinas nucleares estão em construção
Na verdade, a expectativa é de que usinas nucleares, em número cada vez maior, passem a ser construídas em ritmo acelerado. De acordo com um relatório conjunto divulgado em janeiro pela Agência Internacional de Energia e pela Agência Internacional de Energia Nuclear, seria necessário no mínimo dobrar a capacidade de geração das usinas atômicas até 2050 para reduzir de forma sensível o nível de emissão dos gases estufa na atmosfera. Apesar de seus resíduos serem altamente contaminantes, as usinas nucleares praticamente não emitem CO2 – a tecnologia produz 70 vezes menos gases de efeito estufa que o carvão, responsável por 40% da eletricidade do mundo. “São muito mais baratas e eficientes”, diz Sérgio Malta, presidente do Sindicato Interestadual das Indústrias de Energia Elétrica (Sinergia).
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Hoje, cerca de 400 gigawatts/hora de energia elétrica são produzidos em usinas nucleares – o Brasil consome em média 88 gigawatts/hora. As 72 usinas que estão sendo construídas ampliarão essa capacidade em pouco mais de 10%. Ou seja, apesar de extremamente perigosa, a energia atômica parece estar longe de ser aposentada.
Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/404522_RETOMADA+NUCLEAR?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

Mais de 200 baleias encalham na Nova Zelândia

Força-tarefa tenta devolver animais ao mar aberto, mas pelo menos 24 já morreram. Especialistas temem que muitas não sobrevivam à operação de resgate, que pode durar dias.
Gestrandete Grindwale vor der Küste von Stewart Island, Neuseeland
Uma operação envolvendo 80 pessoas, entre funcionários do serviço de proteção ambiental e voluntários, tenta salvar nesta sexta-feira (13/02) cerca de 200 baleias-piloto que encalharam na praia de Farewell Spit, na Ilha do Sul, na Nova Zelândia.
Apesar dos esforços, 24 já morreram na costa, conhecido ponto de encalhe de cetáceos. Se o resgate fracassar, uma nova tentativa só poderá ser feita no dia seguinte, quando a maré voltar a subir.
O gerente do Departamento de Conservação da região, Andrew Lamason, já prevê, no entanto, vários dias de árduo trabalho na praia, devido ao alto número de baleias encalhadas. Ainda que haja sucesso em mandá-las de volta ao mar, não há garantias de que elas vão sobreviver.
"O projeto local Jonah conta com 140 voluntários preparados para esse trabalho. Estamos trabalhando em conjunto. Mas conduzir baleias de volta ao mar é tarefa difícil e perigosa", explica Lamason.
Baleias-piloto chegam a medir oito metros de comprimento, e é comum que os animais encalhem durante o verão neozelandês. Especialistas chamam Farewell Spit, localizada no canto noroeste da Ilha do Sul, de "armadilha de baleia", uma vez que suas águas rasas acabam confundindo os animais e diminuindo a capacidade deles de movimentação.
Outros pesquisadores dizem ainda que muitas encalham ao tentar ajudar animais doentes e desorientados na região.
Fonte: http://www.dw.de/mais-de-200-baleias-encalham-na-nova-zel%C3%A2ndia/a-18256783

Comerciantes de Macaé, RJ, são orientados sobre descarte de gordura

Acúmulo de gordura na rede de esgoto é preocupante na cidade.
Somente no mês de janeiro foram recolhidas mais de uma tonelada.

Preocupada com o acúmulo de gordura na rede coletora de esgoto de Macaé, no interior do Rio, a Prefeitura, em parceria com a Odebrecht Ambiental, empresa responsável pela operação, manutenção e ampliação dos serviços de esgotamento sanitário do município, participa de encontros com a população para explicar a importância do descarte correto do material. Nesta semana, proprietários de restaurantes, lanchonetes e hotéis da orla da Praia Campista e Cavaleiros estiveram em uma reunião promovida pela Empresa Pública Municipal de Saneamento (Esane) e secretaria de Ambiente.

Desde o início da operação do subsistema Mutum, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) recebe, diariamente, um volume elevado de gordura. Em janeiro, foram recolhidos mais de 1 tonelada do resíduo, totalizando 1.115 quilos. O excesso lançado na rede interna dos imóveis e na rede pública compromete as tubulações e, na maioria das ocorrências, provoca entupimentos e até vazamentos de esgoto. Ao resfriar, ela torna-se sólida, interrompendo o fluxo do efluente.

Durante o encontro, os comerciantes foram orientados a instalar caixas de gordura em seus imóveis, conforme estabelece a norma que trata sobre sistemas prediais de esgoto sanitário, e a conectá-las corretamente na rede de esgoto. Para garantir o funcionamento do sistema de coleta, a população não deve despejar o óleo de cozinha ou gordura de alimentos nas pias e ralos. Outro ponto importante é limpar o equipamento periodicamente.

Em Macaé, a população conta com o Programa de Coleta de Óleo Vegetal, promovido pela secretaria de Ambiente, que disponibiliza dois pontos de recebimento do material: na Rua Amphilóphio Trindade, 67, Lagoa de Imboassica; e na Rua da Igualdade, 537, Imbetiba.
Fonte: http://g1.globo.com/rj/regiao-dos-lagos/noticia/2015/02/comerciantes-de-macae-rj-sao-orientados-sobre-descarte-de-gordura.html