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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Hora do Planeta 2014: apague suas luzes durante uma hora e exponha sua preocupação com o meio ambiente

No dia 29 de março, apague durante uma hora as luzes de casa ou do trabalho

Divulgação
“Use seu poder para salvar o planeta”

Prepare-se mais uma vez para a Hora do Planeta e exponha sua preocupação com o meio ambiente. Este ano o ato simbólico, em que todos apagam suas luzes durante sessenta minutos, acontecerá no sábado, dia 29 de março, das 20h30 às 21h30.
Promovida no mundo todo pela Rede WWF, a iniciativa pretende mobilizar governos, empresas e a população em prol da preservação do meio ambiente.
“Use seu poder para salvar o planeta”
Com o slogan “Use seu poder para salvar o planeta”, a Hora do Planeta 2014 irá apresentar até o dia 29 de março embaixadores que estimulem a participação das pessoas no movimento.
O primeiro deles vem direto das histórias em quadrinhos e do cinema. O Homem-Aranha, vivido nas telas pelo ator Andrew Garfield, que estrela o filme Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro, com lançamento previsto para 1o de maio no Brasil.
Além do protagonista, o diretor da produção Marc Webb também irá apoiar e participar efetivamente da Hora do Planeta 2014 – ao lado dos atores Emma Stone, que interpreta Gwen Stacy (par romântico do herói) e Jamie Foxx, no papel do vilão Electro.
A participação do Homem-Aranha foi possível graças a uma parceria entre a Rede WWF e a Sony Pictures Entertainement.
Fonte: catraca livre

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

China usa novo método para “produzir” água mais saudável

Cientistas chineses que buscavam produzir água mais saudável e em maiores quantidades criaram um método revolucionário que muda a composição química do líquido. Basicamente, eles produzem água mais leve.
A água normal possui pequenas quantidades da molécula D2O, deutério e oxigênio. O deutério, também chamado de hidrogênio pesado, é um isótopo de hidrogênio, que contém um próton e um nêutron.
A água com altas concentrações de D2O também é conhecida como água pesada, e é prejudicial para a saúde de animais e plantas. Já a água com baixas concentrações de D2O, a água leve, tem o efeito contrário: melhora o sistema imunológico e beneficia a saúde tanto de plantas quanto de animais.
Um estudo notou que ratos que bebem água leve vivem mais do que aqueles que bebiam água convencional. Esse tipo de água já foi usada até em tratamentos contra câncer.
Sendo assim, produzir grandes quantidades dessa água para o consumo humano parece lógico – o problema é que não é fácil. Para isso, os métodos atuais são caros, prejudiciais ao meio ambiente e não compensariam.
No entanto, um novo método chinês que envolve um catalisador de platina consegue remover o D2O da água com mais facilidade, criando a esperança de que essa água mais saudável logo consiga ser comercializada.
Fonte: hypescience

De onde veio a água da Terra?

A origem exata da água – que abrange cerca de 70% da superfície da Terra – ainda é um mistério para os cientistas. Muitos pesquisadores acreditam que a água não se constituiu ao mesmo tempo em que a Terra se formava. O líquido teria aparecido depois, após violentas colisões de objetos exteriores à Terra.
Os pesquisadores acreditam que qualquer aglomerado de água que existisse no planeta há 4,5 bihões de anos teria se evaporado, em decorrência do sol que era jovem e ainda mais escaldante. Planetas como Marte, Mercúrio e Vênus são exemplos disso – demasiadamente quentes para acumular água. Já outros corpos celestes, como as luas de Júpiter e os cometas, estiveram longes o suficiente do sol para reter gelo.
O mais possível é que, há aproximadamente 4 bilhões de anos, em um período chamado de “intenso bombardeio tardio”, objetos celestes preenchidos com água na forma de cristais de gelo tenham atingido a Terra, gerando os gigantes reservatórios de água do planeta.
Mas você deve estar se perguntando: o que seriam esses objetos? Por muito tempo os astronômos acreditavam que seriam cometas. No entanto, medições de água evaporada de vários cometas revelaram que a água presente neles tem um isótopo diferente do que existe na Terra, sugerindo que eles poderiam não ter sido nossa fonte primordial de água.
Agora, os astronônomos começam a se perguntar se a resposta para o surgimento de água na Terra estaria no cinturão de asteroides – local onde existem centenas de milhares de asteroides, nos quais já foi encontrado evidências de gelo.
Sondas enviadas para explorar esses asteroides nos próximos anos, como a nave espacial Dawn, da NASA, poderão revelar mais sobre a presença de gelo no local e nos ajudar a entender como surgiu a água na Terra.
Fonte: hypescience

Você já viu água em pó?

Não sabemos exatamente como, mas alguns cientistas realmente conseguiram o que parecia impossível: eles criaram água seca.
Ok, na verdade a invenção não é atual – ela aconteceu em 1968 – mas só agora é que descobrimos um propósito para ela!
Na verdade essa mistureba não é completamente feita de água, e sim 95% dela consistem da substância. Cada partícula de pó contem uma gotícula de água cercada por sílica modificada (sílica é o material que, originalmente, forma a areia da praia comum). A cobertura de sílica impede que a água volte ao estado líquido.
Mas qual é o uso para isso? Aparentemente, a água em pó é capaz de absorver gases poluentes da atmosfera, como o dióxido de carbono.
Outros usos para a água seca incluem o transporte seguro de produtos químicos perigosos.
Agora fica a dúvida: será que é saudável beber um gole dessa água?
Fonte: hypescience

Foto: toda água da Terra reunida

Muito se fala que o planeta Terra deveria ser chamado de planeta Água devido a cerca de 70% de sua superfície ser coberta de água. Mas a realidade é que os oceanos são rasos, se comparados com o raio da Terra (3,79 quilômetros em média, comparados com os cerca de 6.000 quilômetros do raio).
A ilustração acima mostra o que aconteceria se toda a água na superfície ou próxima dela (até a umidade da atmosfera) fosse reunida em uma esfera. O raio desta esfera seria de cerca de 700 quilômetros, menos que metade do raio da lua, mas um pouco maior que Rhea, uma lua de Saturno, que, como muitas luas em nosso sistema solar, é constituída praticamente só de água congelada. O quanto desta água está sobre a Terra e quanto está sob a superfície ainda é um tópico de pesquisas.
Fonte: hypescience

Incinerando poluentes da água — com água!

supercritical_water_by_nasa

INCINERANDO POLUENTES DA ÁGUA — COM ÁGUA!
É exatamente isso que os cientistas da NASA estão fazendo na Estação Espacial Internacional (ISS).
O objetivo é usar a água supercrítica para virtualmente incinerar resíduos orgânicos indesejados — ou seja, poluentes — como aqueles gerados pelo esgoto doméstico, por exemplo.
Tão importante nas estações espaciais, astronaves, navios e submarinos, quanto em nossa nave mãe — o planeta Terra — a incineração de rejeitos sem gerar mais lixo é a grande questão do futuro, pois existem muitos materiais cujos processos de reciclagem ainda não saíram do papel e outros que talvez nunca saiam.
Para realizar uma incineração eficiente, que libere apenas gás carbônico e vapor de água, sem produzir todos aqueles gases tóxicos indesejáveis, os pesquisadores do Centro de Pesquisa Glenn da NASA sob a liderança de Mike Hicks estão, desde julho de 2013, pesquisando a utilização da água supercrítica.
Água supercrítica?  O que vem a ser isso?
Ao submetermos uma amostra de água à elevação simultânea de pressão e temperatura aos valores de 217 atmosferas e 373 C  estamos alterando seu estado de agitação molecular a ponto de torná-la supercrítica, ou seja, estamos  ultrapassando sua mera classificação de estado gasoso, líquido ou sólido.
Teríamos sob estas condições tão extremas uma amostra que seria algo como um líquido de comportamento gasoso.  Bizarro, não?
Nas palavras de Mike Hicks:
“Quando a água supercrítica é misturada com matéria orgânica (leia aqui poluentes) uma reação química de oxidação ocorre. E todo o rejeito orgânico queima sem formar chamas”.
Assim, muitos materiais tóxicos, contaminantes e/ou fedorentos (como aqueles presentes nos esgotos) podem ser reduzidos a gás carbônico e água — sem a liberação de outros contaminantes, ou mesmo sem ocorrer abertura de chamas.
“Quando submetemos descartes aquosos acima do ponto crítico, a água supercrítica rompe as ligações dos hidrocarbonetos, fazendo com que tanto o hidrogênio quanto o carbono reajam com o oxigênio. Em outras palavras, o material se inflama sem produzir nenhum dos produtos tóxicos do fogo comum”.
A Estação Espacial Internacional fornece um laboratório de microgravidade único e ideal para se estudar as propriedades da água supercrítica sem os inconvenientes da gravidade comum.
Fonte: hypescience