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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Especialistas lembram que o ambiente pode ser negócio



A gestão e funcionamento sustentável, em consonância com meio ambiente, pode ser vital para as empresas e, muitas vezes, também é um bom negócio.
Um consultor de política ambiental, Gonçalo Cavalheiro, partner da CAOS, Borboletas e Sustentabilidade, e Fernando Leite, administrador-delegado de uma das empresas mais verdes do país - a Lipor, responsável pela gestão dos resíduos em oito das câmaras do grande Porto - não têm grande dúvidas. O respeito pelo meio ambiente pode mesmo ser bom negócio.

"Cerca de 60 por cento dos resíduos nacionais ainda vão para aterros. É importante que se aprenda a valorizar o seu potencial", defendeu Fernando Leite, administrador-delegado da Lipor, bem ciente do valor de ser ecologicamente sustentável. Na Lipor, os resíduos são vistos como uma forma de valorizar os solos nacionais - que Fernando Leite considerou como pouco produtivos - e nada é deixado ao acaso. Agora está a ser preparada a transição da frota normal de carros a gasóleo para uma frota de carros movidos a gás natural, assim como um projecto para melhorar a qualidade do rio Tinto, com o qual os terrenos da empresa confrantam em cerca de 500 metros de margens, assim como a apresentação, em pareceria com a Sociedade Ponto Verde, de novos modelos de contentores para reciclagem. A ideia, segundo Fernando Leite, é que tenham cores mais facilmente detectáveis para daltónicos e que sejam de acesso mais fácil a pessoas com dificuldades motoras. Gonçalo Cavalheiro, consultor ambiental, não deixou de reforçar a ideia - as empresas só têm a ganhar com uma imagem de sustentabilidade.
Fonte: económico

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