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domingo, 22 de abril de 2012

Investimento perdido


Baía de Guanabara: US$ 1,7 bilhão jogado no esgoto

Programa de despoluição já consumiu uma fortuna, mas não alcançou objetivos

A bacia hidrográfica que banha alguns dos cartões postais mais famosos do Rio e sediará a competição de Vela nos Jogos Olímpicos de 2016 está sucumbindo, apesar do investimento bilionário feito para sua despoluição. O Programa de Despoluição da Baia de Guanabara (PDBG) foi anunciado há 20 anos, na Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco-92, e começou a ser executado em 1994. Desde então, os investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o governo do Estado e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) somaram US$ 1,7 bilhão, mas o esgoto continua sendo jogado na baía praticamente sem tratamento.

O PDBG é criticado pela falta de transparência e pelo resultado pífio em relação ao tratamento do esgoto que é despejado na baía. Nestes 20 anos, quatro estações de tratamento foram inauguradas, apesar de nenhuma delas estar funcionando plenamente: Pavuna, São Gonçalo, Sarapuí e Alegria, em Duque de Caxias. A estação de São Gonçalo, apesar de inaugurada inicialmente no fim de 1998, e algumas vezes depois desta, não está em funcionamento porque não foram feitas as redes para levar o esgoto até lá.

Fonte: Jornal do BrasilAnnaclara Velasco

A Bliblia do Caos (Aplicada ao Meio Ambiente)

Millôr Definitivo - A Bíblia do Caos” é um livro publicado pela editora L&PM Pocket em 1994, que pode ser encontrado em qualquer banca de revista mais literata, a um preço justo. Na Bíblia do Caos, são apresentados mais de cinco mil “verbetes” livremente explicados pelo autor. E é claro que ironia, sarcasmo e bom humor caem às pencas de cada página.

A excelência do humor de Millôr Fernandes, não apenas na Bíblia do Caos, mas em diversos contos, me fez rir na maior parte das vezes, mas também me fez refletir e a entender que a alegria, a ironia, a excentricidade, o sarcasmo e, por que não, o non sense, também são importantes armas para fortalecer a crítica e o bom senso.

A “vaguidão específica”, por exemplo, muito me ajudou em minha relação conjugal e no entendimento dos discursos políticos. E as “Compozissõis imfãtis” a não perder a cabeça com a ortografia e concordância das provas que corrijo. Já o título Bíblia do Caos não poderia ter melhor para resumir o momento ambiental vivido no Brasil.

Millôr Fernandes não era apenas escritor, humorista, jornalista, ensaísta, poeta e dramaturgo. Era simplesmente Millôr Fernandes. Inspirado por sua prosa fácil e divertida, tenho o desplante (palavra rebuscada para dizer “cara de pau”) de apresentar algumas das minhas explicações para diversos conceitos relacionados à conservação. Não peço que gostem, mas vamos lá...

Amazônia: Ame ou deixe. Mesmo sendo uma zona, há quem Ame a Zona... Mesmo sendo a Zona Franca ou uma Franca Zona.

Caatinga: bioma nacional onde alguma coisa não cheira bem...

Cerrado: bioma considerado um dos hotspots mundiais de conservação, possui seu nome derivado da palavra portuguesa “cerrado”, que significa fechado ou denso. Com o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa, passará a ser escrita como “Serrado”, um termo muito mais atual e adequado à realidade do bioma.

Código Florestal: Instrumento legal formalizado para dizer que o crime compensa. Não é o primeiro da história brasileira, mas é o mais recente.

Desenvolvimento Sustentável (1): Segundo Câmara Cascudo, o desenvolvimento sustentável é mais uma das fantásticas criações do imaginário nacional. Possui claramente influência dos mitos de colonizadores anglo-saxões, mas foi se ajustando ao longo do tempo às condições sociais e ambientais do Brasil. Termos correlatos: “saci-pererê” e “mula-sem-cabeça”.

Desenvolvimento Sustentável (2): Método de exploração dos recursos naturais focado na manutenção da baixa qualidade de vida da população enquanto promove o empobrecimento da biodiversidade. Também conhecido como subdesenvolvimento sustentável.

Desenvolvimento sustentado (3): Modalidade de paternalismo sócio-ambiental baseada na distribuição de bolsas (verdes, vejam bem) às comunidades que, de alguma forma inexplicável, não conseguem qualidade de vida extraindo coquinhos, sementes e seiva da floresta.

INStinção: Termo cunhado por alguns estudantes universitários em provas; creio ser o instinto que algumas espécies possuem em desaparecer sem deixar rastros...

Mata Atlântica: Campo de treinamento das primeiras empreitadas madeireiras do Brasil. Também é um Hotspot. Talvez resultado das cinzas ainda quentes do que era floresta há algumas décadas...

Meio Ambiente: Típico caso do Cerrado, onde resta apenas metade da cobertura vegetal original.

PAC: abreviação carinhosa usada pelos empreiteiros para o programa imPACto: Informamos Municiados Politicamente que Agora a Coisa é Transformar em Obra. Também chamado de PACzinho, o apreço dos empreiteiros ao programa têm alavancado a carreira de diversos políticos de carreira ilibada. O maior benefício do programa é levar o desenvolvimento sustentável onde só havia “mato”, “bichos” e “índios”.

Pampa: Antigo modelo de pickup leve da montadora Ford com motor pouco confiável (tive uma azul-calcinha, carinhosamente chamada de “Catifunda”). Também é um bioma no Sul do Brasil onde existe gado e monoculturas de árvores exóticas por todos os lados...

População tradicional: Termo usado para designar agricultores gaúchos no arco do desmatamento. Extremamente tradicionais, continuam a chamar os fazendeiros de estancieiros, as mulheres de prendas, a usar bombachas, comer churrasco e tomar chimarrão todos os dias. É a população mais tradicional que conheço.

Reserva Extrativista: Modelo arcaico de reforma agrária, responsável por manter as populações locais presas a um modelo de produção primitivo, associada à ausência de título das propriedades por parte dos moradores. Para ficar mais engraçado, tem gente que chama isso de Unidade de Conservação e alguns outros ainda dizem que é socialmente justo. Ver “Desenvolvimento sustentado”.

Rio mais 20: Com o arremedo de código florestal em tramitação no Congresso, bem às portas de um dos mais relevantes encontros internacionais sobre meio ambiente a ser realizado em solo tupiniquim, eu rio... Com mais 20 e com quem mais quiser rir também...

Vermifugação: Método cruel e desumano voltado para promover a morte de pobres vermes parasitas com direito à vida como todos nós.

Sócio-Ambientalismo: Religião dogmática, estabelece que o Sócio vem sempre antes do Ambiental.

Zona Costeira: Ver comentários sobre Amazônia. Termos correlatos: “Petrobrás”, “Chevron”; “derramamento” e “pré-sal”

terça-feira, 3 de abril de 2012

MAUS EXEMPLOS


Ministério do Meio Ambiente divulga lista das cidades que mais desmataram o Cerrado!

Na última segunda-feira (26), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou o nome das cidades que mais desmataram o Cerrado.
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Os municípios a partir de agora terão vigilância reforçada e medidas serão tomadas para recuperar as áreas afetadas.
Maranhão, Bahia e Tocantins são os estados que mais têm cidades na lista do ministério. A monitoração mostra que a devastação é concentrada em poucas áreas. Por isso, o controle do desmatamento ilegal no bioma em tais cidades será priorizado.
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De acordo com o governo, o corte da vegetação nativa vem sendo bem maior do que na Amazônia. O diretor de combate ao desmatamento do MMA, Mauro Pires, explica que o Cerrado é destruído devido a produção de carvão, da pecuária e da chamada lavoura branca, que inclui o plantio de soja, algodão e arroz. O desmatamento já alcançou 48,5% do bioma.
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O MMA divulgou, no ano passado, que uma área de 6.469 km² foi devastada entre 2009 e 2010. O número caiu em relação à medição anterior, realizada entre 2008 e 2009, quando foi constatado que o bioma perdeu 7.637 km².
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A lista aponta 53 cidades desmatadoras, que representam apenas 3% do número total de cidades do Cerrado, onde o corte de vegetação passou a ser monitorado por satélites desde 2008.
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A assessoria de comunicação do órgão afirmou, em nota, que a identificação foi feita com base nas imagens de satélite. Apenas 4% do total de municípios do bioma são responsáveis por 44,7% de toda a área desmatada no período.
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Na relação de cidades, entraram as que desmataram área superior a 25 quilômetros quadrados e que possuem mais de 20% de cobertura vegetal nativa, unidades de conservação, terras indígenas ou quilombolas.
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Segundo o Ministério do Meio Ambiente, todos os municípios listados entrarão no Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas do Bioma Cerrado - o PPCerrado.
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A cidade Baixa Grande do Ribeiro, no Piauí, foi a que mais desmatou o Cerrado. Em apenas um ano, ela perdeu 394 km² de vegetação nativa ou 5% da área do município. Em seguida, no ranking, está Urucuí, cidade do mesmo estado, duas cidades da Bahia, Formosa do Rio Preto e São Desidério, e Mateiros, em Tocantins.
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O Governo Federal deve criar medidas de estímulo às atividades econômicas sustentáveis para reduzir os números registrados, como o plano da Agricultura de Baixo Carbono (ABC), criado em 2010, de incentivo aos produtores rurais. Com informações do G1 e Ministério do Meio Ambiente.
Fonte: Redação CicloVivo

BONS EXEMPLOS NO ESTADO DE SÃO PAULO


Cidades da região se destacam por meio ambiente!
Dos 30 melhores no selo Município Verde e Azul, oito são da região Noroeste de São Paulo e receberam selo.
Das 30 cidades melhor posicionadas no programa ‘Município Verde Azul’ do Governo do Estado, oito são da região noroeste paulista.
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A melhor colocada do ranking é Santa Fé do Sul, com índice 96,98. Além de Santa Fé, também se destacaram Fernandópolis (4º lugar), Novo Horizonte (15º), Rio Preto (17º), Tabapuã (19º), Barretos (25º), Potirendaba (26º) e Itajobi (29º).
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Os municípios de destaque vão receber o selo Verde Azul, que garante à administração municipal prioridade na captação de recursos junto ao Governo Estadual. O objetivo do programa, criado pela Secretaria estadual do Meio Ambiente é estimular as cidades a investir nas questões ambientais.
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O selo é conferido anualmente de acordo com uma nota ambiental que avalia o desempenho nos seguintes dez quesitos: esgoto tratado, lixo mínimo, recuperação da mata ciliar, arborização urbana, educação ambiental, habitação sustentável, uso da água, poluição do ar, estrutura ambiental e conselho de meio ambiente.
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Rio Preto com um salto da posição 35 para a 17ª, Rio Preto se destacou entre os 158 municípios paulistas que participam do programa.
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Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente José Carlos de Lima Bueno, entre os itens que contaram pontos para o bom desempenho da cidade estão o programa de arborização, o projeto anti-enchentes, o tratamento de água e esgoto e a destinação de resíduos sólidos da construção civil. “Rio Preto é modelo quando o assunto é o tratamento de resíduos”, comemora o secretário.
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Um dos resultados dessa certificação já será colhido esta semana pela cidade junto ao Ministério do Meio Ambiente, que irá contemplar Rio Preto com novos recursos para serem investidos no tratamento de resíduos.
Fonte: Diário de S. Paulo

REDUÇÃO PROGRESSIVA DE CONSUMO DE COMBUSTIVEIS

Meio Ambiente aprova redução progressiva de consumo de combustíveis!
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BRASÍLIA - Meta é alcançar o percentual mínimo de 30% de veículos movidos a combustíveis renováveis circulando nas cidades com mais de um milhão de habitantes.
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BRASÍLIA – A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou na úiltima quarta-feira (28) proposta que prevê a elaboração de um cronograma de redução progressiva do consumo de combustíveis por veículos fabricados no País. Pelo texto, esse calendário deve ser estabelecido por meio de regulamento com participação dos setores industriais.
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Foi aprovado substitutivo do relator, deputado Giovani Cherini (PDT-RS), ao Projeto de Lei do ex-deputado João Herrmann, falecido em 2009. O texto inicial prevê que a União deverá
estimular a fabricação de combustíveis renováveis e de veículos movidos por esses combustíveis.
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Dentre as medidas previstas no texto de Hermmann, consta a meta de alcançar o percentual mínimo de 30% de veículos movidos a combustíveis renováveis circulando nos centros urbanos com mais de um milhão de habitantes, no prazo de cinco anos. Em dez anos, o índice deveria chegar a 50% dos carros fabricados no País.
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Cherini rejeitou essa proposta. Para ele, o texto “é excessivamente genérico, e na prática as regras concretas viriam apenas por regulamento”. Além disso, segundo afirma, o uso do etanol reduz apenas a emissão de CO2, e não de outros poluentes gerados por veículos automotores.
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O relator pondera ainda que o argumento de que a produção do etanol é geradora de empregos não se sustentam plenamente, uma vez que a mecanização da cana-de-açúcar é uma tendência inevitável, tendo em vista o aumento da produtividade. Ele diz ainda que “a colheita manual da cana-de-açúcar implica a queimada da palha, levando a emissões de material particulado que são
muito danosas à saúde da população”.
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REDUÇÃO PROGRESSIVA
Por isso, segundo diz, ele optou por acatar parte do PL 4928/09, do deputado Fábio Faria (PMN-RN), que prevê a redução progressiva do consumo médio de combustíveis pela frota fabricada no Brasil.
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O texto de Faria, no entanto, traz um cronograma de execução em relação aos carros produzidos em 2009: redução de 10% até 2013, de 20% até 2015, de 30% até 2017 e de 40% até 2019.
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APENSADOS
Tramitam ainda conjuntamente com o PL 4823/09, os projetos do deputado licenciado Maurício Rands (PT-PE), e 7127/10, do ex-deputado Luiz Carlos Hauly. O primeiro estabelece que em cinco anos os veículos fabricados no País tenham redução no consumo de combustíveis de, no
mínimo, 15%. O Inmetro certificará esses automóveis.
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Já o segundo texto proíbe a fabricação, importação, montagem ou encarroçamento de veículos de passeio com consumo médio por tanque de combustível inferior a 14,5 km por litro, a partir de primeiro de janeiro de 2016.
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De 2017 em diante e progressivamente até 2020, os automóveis que circularem em território nacional deverão ter aumentada em 5% a quilometragem por litro estabelecida. Em casos de descumprimento, o fabricante ficará sujeito a multa equivalente a 20% do valor de cada veículo.
Fonte: DCI

domingo, 1 de abril de 2012

SUSTENTABILIDADE COMEÇA EM CASA

Sustentabilidade começa em casa...reutilizar materiais, captar água da chuva e ter uma horta em casa são medidas simples que protegem o planeta e o bolso!
Por: Ana Paula Pessoto

Como harmonizar o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental? Tal questão, muito
discutida atualmente, fez surgir a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para propor meios para que os países possam se desenvolver a ponto de suprir suas necessidades e não impossibilitar que o mesmo ocorra com as futuras gerações. .
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Isso, pensando no global. Contudo, todos podem fazer a sua parte. A iniciativa de usar os recursos naturais com responsabilidade e diminuir desperdícios pode começar ainda em casa com medidas simples e ao alcance de todos.

Para a bióloga do Instituto Ambiental Vidágua, Tamara Quinteiro, a prática da sustentabilidade deve realmente começar em casa. “Mudando o seu modo de pensar, você muda o seu cotidiano e vai passando isso para a família, vizinhos, bairro, empresa... Você vira um multiplicador”.

Além de economia no orçamento, o desenvolvimento sustentável também prega, segundo a bióloga, a preservação ambiental e a melhoria na qualidade de vida.

Montar uma pequena horta caseira e utilizar a água da chuva mesmo que seja para limpar calçadas ou regar plantas mais tarde são medidas simples, porém, sustentáveis.

Em família...ter uma horta em casa contribui para eliminar os gastos com transporte desde as
lavouras até a sua casa, reduz o uso de agrotóxicos, o que contribui com a alimentação saudável, e é economia para o bolso, já que você tem a verdura e os temperos no quintal. Outra vantagem da horta caseira é proporcionar uma atividade prazerosa que ajuda a aliviar as tensões do cotidiano e pode até se transformar em hobby.
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Preocupada com a sustentabilidade, a nutricionista Lisa Chistina Neme Battistutta dá os primeiros passos em casa cultivando temperos usados na cantina da família, isso sem falar nas árvores frutíferas para o consumo da casa. “Produzimos massas caseiras e minha preocupação é livrar a comida dos agrotóxicos”, diz.
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Se o ensinamento passa dos pais para os filhos, na casa de Lisa não é bem assim. Ela conta que quando vai ao supermercado com os filhos, eles levam sacolas retornáveis e ficam de olho nos produtos que ela coloca no carrinho: “O que eles mais notam é se as embalagens são recicláveis. E, em casa, separam todo o lixo. Acho que as crianças são exemplos para os adultos”.

A RIQUEZA DO PANTANAL

Pantanal
O Pantanal é a maior planície de inundação contínua do mundo, formada principalmente pelas cheias do rio Paraguai e afluentes.
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A região tem cerca de 250 mil km², sendo que mais de 80% fica no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O restante fica principalmente na Bolívia e uma pequena parte ao Paraguai, onde recebe o nome de Chaco.
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Possui uma impressionante diversidade na fauna e flora. Segundo a WWF, existem no Pantanal 1.132 espécies de borboletas, 656 de aves, 122 de mamíferos, 263 de peixes e 93 de répteis.
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Na época das chuvas, entre outubro e fevereiro, o Pantanal fica praticamente intransitável por terra. No restante do ano, o solo forma um excelente pasto para o gado.
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Uma parte da região forma o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense localizado na divisa dos estados MS e MT.

O LIXO É UM GRAVE PROBLEMA

Meio ambiente, fonte de vida ou lixeira?
Há muito tempo escuta-se dizer que o tempo necessário que um material demora para se decompor no meio ambiente é longo. Pois bem, mas quanto neste espaço de tempo à natureza será afetada? Colocando em risco toda uma variabilidade de ecossistemas, pela falta de conscientização, regras e/ou até mesmo punições que devem ser impostas ao homem.
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Por certo, nesta nova ordem mundial que se apresenta marcada pelo capitalismo e consumismo através, da força econômica das empresas transnacionais, o avanço das tecnologias fruto da globalização e até mesmo das atividades realizadas no dia a dia, acabam por colocar a preocupação com o destino do lixo na fauna e também na flora em uma escala secundária.
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Para se ter noção, a Universidade Pontificada Católica de São Paulo, divulgou o tempo de decomposição de materiais principais destruidores do meio natural: o plástico 450 anos, metal 100 anos, papel 3 a 6 meses e a borracha tempo indeterminado.
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Em contrapartida, entulhos e produtos químicos despejados por indústrias e residências em rios alteram o equilíbrio de seus ecossistemas: mortabilidade de peixes e a contaminação da água; o
despejo de esgotos nas praias também é um problema grave de poluição ao meio ambiente; os lixões, aterros onde fica acumulado o lixo recolhido das cidades são áreas com sérios problemas ambientais.
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Como foi retratado pelo jornal Bom Dia Brasil - TV Globo, a problemática do lixo hospitalar sem tratamento adequado nos Estados do: Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo é Aracaju. Fato peremptório pela ação antrópica, que já está levando a extinção de grandes biodiversidades.
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Indubitavelmente, a reciclagem, apoio de ONGS na tomada da redução dos impactos causados pelo lixo contribui, mas não basta à esfera política concomitante ao tribunal de Justiça devem intervir com regras para as principais regiões poluidoras, buscando locais adequados e realizando o tratamento e a incineração do lixo.
Fonte: WebArtigos.com

HISTÓRICO DO DESMATAMENTO

História do desmatamento no Brasil!
O desmatamento, também chamado de desflorestamento, nas florestas brasileiras começou no instante da chegada dos portugueses ao nosso país, no ano de 1500. Interessados no lucro com a venda do pau-brasil na Europa, os portugueses iniciaram a exploração da Mata Atlântica. As caravelas portuguesas partiam do litoral brasileiro carregadas de toras de pau-brasil para serem vendidas no mercado europeu.
Enquanto a madeira era utilizada para a confecção de móveis e instrumentos musicais, a seiva avermelhada do pau-brasil era usada para tingir tecidos.
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Desmatamento na Amazônia e na Mata Atlântica
Desde então, o desmatamento em nosso país foi uma constante. Depois da Mata Atlântica, foi a vez da Floresta Amazônica sofrer as conseqüências da derrubada ilegal de árvores. Em busca
de madeiras de lei como o mogno, por exemplo, empresas madereiras instalaram-se na região amazônica para fazer a exploração ilegal.
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Um relatório divulgado pela WWF ( ONG dedicada ao meio ambiente ) no ano de 2000, apontou que o desmatamento na Amazônia já atinge 13% da cobertura original. O caso da Mata Atlântica é ainda mais trágico, pois apenas 9% da mata sobrevive a cobertura original de 1500.
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Embora os casos da Floresta Amazônica e da Mata Atlântica sejam os mais problemáticos, o desmatamento ocorre nos quatro cantos do país. Além da derrubada predatória para fins
econômicos, outras formas de atuação do ser humano tem provocado o desmatamento. A derrubada de matas tem ocorrido também nas chamada frentes agrícolas. Para aumentar a quantidade de áreas para a agricultura, muitos fazendeiros derrubam quilômetros de árvores para o plantio.
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URBANIZAÇÃO E DESMATAMENTO
O crescimento das cidades também tem provocado a diminuição das áreas verdes. O crescimento populacional e o desenvolvimento das indústrias demandam áreas amplas nas cidades e arredores. Áreas enormes de matas são derrubadas para a construção de condomínios residenciais e pólos industriais. Rodovias também seguem neste sentido. Cruzando os quatro cantos do país, estes projetos rodoviários provocam a derrubada de grandes faixas de florestas.
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QUEIMADAS E INCÊNDIOS
Outro problema sério, que provoca a destruição do verde, são as queimadas e incêndios florestais. Muitos deles ocorrem por motivos econômicos. Proibidos de queimar matas protegidas por lei, muitos fazendeiros provocam estes incêndios para ampliar as áreas para a criação de gado ou para o cultivo. Também ocorrem incêndios por pura irresponsabilidade de motoristas. Bombeiros afirmam que muitos incêndios tem como causa inicial as pontas de cigarros jogadas nas beiradas das rodovias.
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NO MUNDO
Este problema não é exclusivo do nosso país. No mundo inteiro o desmatamento ocorreu e ainda está ocorrendo. Nos países em desenvolvimento, principalmente asiáticos como a China, quase toda a cobertura vegetal foi explorada. Estados Unidos e Rússia também destruíram suas florestas com o passar do tempo.
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AS AÇÕES CONTRA O DESMTAMENTO
Embora todos estes problemas ambientais estejam ainda ocorrendo, verifica-se uma diminuição significativa em comparação ao passado. A consciência ambiental das pessoas está alertando para
a necessidade de uma preservação ambiental. Governos de diversos países e ONGs de meio ambiente tem atuado no sentido de criar legislações mais rígidas e uma fiscalização mais atuante para combater o crime ecológico. As matas e florestas são de extrema importância para o equilíbrio ecológico do planeta Terra e para o bom funcionamento climático.
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Espera-se que, no início deste novo século, o homem tome consciência destes problemas e comece a perceber que antes do dinheiro está a vida de nosso planeta e o futuro das gerações futuras. Nossos filhos têm o direito de viverem num mundo melhor.
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VALE LEMBRAR:
- O desmatamento numa determinada região pode provocar o processo de desertificação (formação de desertos e regiões áridas). Este processo vem ocorrendo no sertão nordestino e
no cerrado de Tocantins nas últimas décadas.

FLORESTA AMAZÔNICA


Essa floresta amazônica é um dos bens mais preciosos por causa das espécies de animais e plantas encontradas nessa floresta brasileira, são animais que vivem muito bem nessa floresta que também tem uma grande quantidade de plantas que podem ser usadas para produzir vários tipos de remédios eficazes, alguns remédios que devem ser manipulados foram feitos com algumas plantas medicinais encontradas aos montes na floresta localizada no Brasil.
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A floresta amazônica também se estende pelos países Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname,
Equador, Colômbia, Bolívia e Venezuela, mas a maior parte dessa bela floresta cheia de riquezas naturais está localizada em território brasileiro.
Mas essa bela floresta brasileira sofre com algumas coisas ruins que são causadas pelos seres humanos que cortam grandes quantidades de árvores, e esse desmatamento descontrolado pode matar vários animais que precisam de grandes áreas de mata fechada para poder sobreviver em paz.
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Essas áreas da floresta amazônica que já foram desmatadas podem ser vistas através de fotos divulgadas na internet, mas essas fotos de desmatamento de uma floresta tão linda podem
decepcionar milhares de brasileiros que devem procurar por fotos da floresta amazônica intacta.
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As fotos dessa floresta intacta podem ser encontradas facilmente pelos brasileiros em alguns sites que falam bastante sobre belezas naturais, mas quem não conhece sites que falam de meio ambiente podem procurar por várias fotos dessa floresta naqueles sites de buscas que qualquer brasileiro deve conhecer muito bem, serão nesses sites que muitos poderão conhecer um pouco mais da floresta amazônica que deve ser mais conservada.
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Os brasileiros que gostarem das fotos da floresta amazônica podem até estar fazendo uma viagem inesquecível para esse lugar que sempre foi muito visitado até por turistas, porque muitos querem conhecer um pouco mais das belezas naturais dessa floresta que infelizmente foi bastante desmatada pelos seres humanos, mas mesmo com grandes áreas desmatadas dá para aproveitar uma boa parte dessa floresta que continua intacta com uma mata fechada e muitos animais vivendo em paz.