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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ÁGUA BOA PARA TODOS

Através dos séculos, os diferentes usos da água pelo homem aumentaram excessivamente,
resultando em degradação ambiental e poluição.
A deterioração das fontes de água está relacionada com crescimento e a diversificação de atividades agrícolas, aumento da urbanização e intensificação de atividades humanas nas bacias hidrográficas.
O uso intenso, sem os devidos cuidados, coloca em risco a disponibilidade deste precioso recurso e gera problemas de escassez em muitas regiões e países.
O problema atual e futuro de escassez de água na maioria dos países, com exceção daquelas regiões do planeta em que há limitações naturais, está mais ligado à qualidade do que à quantidade de água disponível.
A água existe, porém encontra-se cada vez mais comprometida em função do mau uso e da
gestão inadequada deste recurso.
O Brasil concentra em torno de 12% da água doce superficial do planeta. Essa água, no entanto, encontra-se distribuída de forma irregular em nosso território e as grandes reservas não coincidem geograficamente com as grandes cidades onde se concentra grande parte da população brasileira.
Alia-se a este fato, as formas de utilização e má gestão da água, em especial nas regiões
densamente urbanizadas, com conseqüências graves sobre a qualidade e que resulta em perda de disponibilidade deste recurso em condições adequadas para o abastecimento da população.
No Brasil o acesso a água em de boa qualidade e em quantidade adequada é uma prioridade, em
especial em áreas urbanas, e está diretamente ligada à saúde da população.
É importante frisar que diversas doenças têm sua origem na água contaminada e respondem por mais da metade das internações hospitalares na rede pública de saúde.
Segundo o Atlas de Saneamento do IBGE, apenas 2% dos municípios brasileiros (que equivalem a 116 municípios) não contavam, em 2000, com qualquer serviço de abastecimento de água por rede geral.
A maior parte dos municípios sem qualquer tipo de rede de distribuição de água está situada nas Regiões Norte e Nordeste.
Apesar de ter havido uma redução, nestas regiões, do número de municípios sem abastecimento, houve, na última década, um aumento de seu peso proporcional: passaram de 50% para 56% no Nordeste e de 21,7% para 23,3% na Região Norte, indicando que o investimento aí realizado na expansão da rede geral de abastecimento de água não ocorreu na mesma proporção que nas demais regiões.
Esses dados dizem respeito à existência ou não de rede, independentemente da cobertura, eficiência e número de ligações domiciliares à ela. Esse quadro teve como base os dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), divulgada em 2002, combinado com informações do Censo 2000 e de instituições do governo e universidades.
Para avaliar a situação do abastecimento no País é necessário considerar outros aspectos, como a população efetivamente atendida, a quantidade de água tratada e distribuída, os tipos de tratamento utilizados, as redes existentes e sua manutenção, a incidência de racionamento de água e as perdas de água.
Em 2000, segundo os dados do Censo, 10% dos domicílios brasileiros em áreas urbanas (que equivalem a 3,9 milhões de famílias ou 14,4 milhões de pessoas) não eram servidos por rede de abastecimento de água.
A maioria destes domicílios, no entanto, conta com água encanada originária de outras fontes, tais como nascentes e poços. E grande parte dessa população mora em áreas periurbanas – que são as vizinhanças imediatas das cidades - e ainda contam com fontes com razoável qualidade, mas que apresentam tendências de degradação em função da expansão urbana sobre essas áreas, sem os devidos cuidados com os serviços de saneamento, como redes de esgoto.
Em áreas rurais, a situação é bastante diferenciada, sendo que 43% dos domicílios rurais não dispõem de nenhum tipo de água encanada e apenas 18% dos domicílios rurais estão ligados à rede de abastecimento.
O volume diário de água distribuída por rede geral, em 2000, foi de 260 litros por habitante. Este
volume, no entanto, varia de acordo com a região do País, sendo que no Sudeste chegou a 360 litros pessoa/dia, enquanto no Nordeste ficou em 170 litros pessoa/dia.
A maior parte desta água é distribuída para a população após algum tratamento.
A análise das proporções entre volume de água distribuída com e sem tratamento é semelhante na maioria das regiões brasileiras, com exceção da região Norte, onde mais de 30% da água distribuída não recebe nenhum tratamento.
Comparando os dados de 1989 com os de 2000, é possível verificar que o volume de água
distribuída para a população aumentou, passando de 200 litros para 260 litros
habitante/dia.
O número de estações de tratamento de água também aumentou, porém não em quantidade suficiente para atender a toda população.
Este dado pode ser verificado pelo aumento de água distribuída sem tratamento, que passou
de 3,9%, em 1989, para 7,2% em 2000.
Esse aumento aconteceu em todas as regiões do País, com exceção da Centro-Oeste, e foi mais acentuado na região Norte.
A ampliação do acesso à água devidamente tratada deve ser encarada como prioridade
e ser acompanhada de programas de redução de perdas nas redes.
Estima-se que o desperdício de água nos sistemas públicos de abastecimento seja de 45% do
volume ofertado.
Para a redução dessas perdas são necessários programas que envolvam fiscalização de ligações clandestinas, substituição de redes velhas, manutenção de hidrômetros, pesquisas de vazamento, entre outros procedimentos.
Além das medidas estruturais para minimizar as perdas nas redes, é necessário a fiscalização de usos e da ocupação nas áreas de mananciais, de forma a evitar a degradação das fontes de água, juntamente com campanhas de esclarecimento da população sobre o adequado uso deste importante recursos natural.
Fonte: http://www.socioambiental.com/

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

PROPOSTA EM PROJETO NA CÂMARA DE DEPUTADOS

Proposta obriga a contratação de técnico em meio ambiente por empresa poluidora!...
Tramita na Câmara projeto que torna obrigatória a contratação de responsável técnico em meio ambiente ou consultoria equivalente pelas empresas que desenvolvem atividades potencialmente poluidoras e que utilizam recursos ambientais.

De acordo com a proposta (Projeto de Lei 2775/11), do deputado Penna (PV-SP), entre essas empresas estão as indústrias de produtos minerais não metálicos, de extração e tratamento de minerais, e a indústria mecânica.

O autor observa que o Brasil tem uma legislação ambiental avançada, mas de difícil aplicação pelas empresas de médio e pequeno porte. Isso porque, explicou o deputado, falta conhecimento sobre as normas ambientais aplicáveis e os parâmetros de qualidade ambiental exigíveis no
desenvolvimento de suas atividades.

“Com o assessoramento técnico competente, as empresas e a comunidade têm muito a ganhar, pois, além do atendimento à legislação e aos padrões ambientais exigidos, há também a possibilidade da implementação do Sistema de Gestão Ambiental, regido pela ISO 14001”, afirmou. Entre os benefícios de um sistema de Gestão Ambiental, segundo o deputado, estão o
aumento das possibilidades de financiamento, a captação de novos clientes e o aumento da qualidade dos produtos e serviços.

Penna lembra ainda que o País conta com boas escolas de nível médio e superior que vêm formando profissionais na área de meio ambiente.

Tramitação
A matéria tramita em caráter conclusivo e será examinada pelas comissões de Desenvolvimento
Econômico, Indústria e Comércio; de Trabalho, de Administração e Serviço
Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte:Agência Câmara Deputados

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

FLORESTA AMZÔNICA

Essa floresta amazônica é um dos bens mais preciosos por causa das espécies de animais e plantas encontradas nessa floresta brasileira, são animais que vivem muito bem nessa floresta que também tem uma grande quantidade de plantas que podem ser usadas para produzir vários tipos de remédios eficazes, alguns remédios que devem ser manipulados foram feitos com algumas plantas medicinaisencontradas aos montes na floresta localizada no Brasil.
A floresta amazônicatambém se estende pelos países Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname,
Equador, Colômbia, Bolívia e Venezuela, mas a maior parte dessa bela floresta cheia de riquezas naturais está localizada em território brasileiro.
Mas essa bela floresta brasileira sofre com algumas coisas ruins que são causadas pelos seres humanos que cortam grandes quantidades de árvores, e esse desmatamento descontrolado pode matar vários animais que precisam de grandes áreas de mata fechada para poder sobreviver em paz.
Essas áreas da floresta amazônica que já foram desmatadas podem ser vistas através de fotos divulgadas na internet, mas essas fotos de desmatamento de uma floresta tão linda podem decepcionar milhares de brasileiros que devem procurar por fotos da floresta amazônica intacta.
As fotos dessa floresta intacta podem ser encontradas facilmente pelos brasileiros em alguns sites que falam bastante sobre belezas naturais, mas quem não conhece sites que falam de meio ambiente podem procurar por várias fotos dessa floresta naqueles sites de buscas que qualquer brasileiro deve conhecer muito bem, serão nesses sites que muitos poderão conhecer um pouco mais da floresta amazônica que deve ser mais conservada.
Os brasileiros que gostarem das fotos da floresta amazônica podem até estar fazendo uma viagem inesquecível para esse lugar que sempre foi muito visitado até por turistas, porque muitos querem conhecer um pouco mais das belezas naturais dessa floresta que infelizmente foi bastante desmatada pelos seres humanos, mas mesmo com grandes áreas desmatadas dá para aproveitar uma boa parte dessa floresta que continua intacta com uma mata fechada e muitos animais vivendo em paz.

domingo, 15 de janeiro de 2012

VAMOS TIRAR O PLANETA DO SUFOCO

Supermercado de Fernandópolis inicia Campanha "Vamos Tirar o Planeta do Sufoco"

Em Fernandópolis e outras 24 cidades da região, os supermercados estão gradualmente substituindo as sacolas descartáveis por reutilizáveis.

A Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco conscientiza os consumidores para a prática sustentável que a partir de 25 de janeiro começa a valer em todo o Estado. Em Fernandópolis o Supermercado Souza já participa da campanha, o que significa que, quando todos os consumidores de Fernandópolis aderirem à iniciativa, mais de 3 milhões de sacolinhas deixarão de poluir o meio ambiente todo mês.

Em São José do Rio Preto as lojas dos supermercados Carrefour, Wal Mart, Pão de Açúcar, Laranjão, Proença, Maranhão, Tridico, Tome Leve, Peniel, Barradas, Pastorinho e JJ Supermercados, estão suspendendo gradualmente a distribuição e orientando o consumidor sobre a importância do fim do descarte irracional de sacolas. As sacolas descartáveis são feitas à base de petróleo (polietileno) e demoram em torno de 400 anos para se deteriorarem poluindo o meio ambiente.

Quando todos os supermercados de Rio Preto aderirem a Campanha, serão mais de 25 milhões de sacolinhas a menos no lixo por mês.

A supressão da distribuição de sacolas descartáveis é uma medida voluntária dos supermercados em prol do meio ambiente.

“Acreditamos que desta forma, em parceria com diversos setores da sociedade e o poder público, visando à conscientização do consumidor, teremos uma adesão concreta à esta iniciativa”, afirma o Diretor Regional da Associação Paulista de Supermercados (APAS), Renato Gaspar Martins. Outras cidades que já colocaram a campanha em prática são Adolfo, Bady Bassit, Catiguá, Cedral, Cosmorama, Elisiário, Olímpia, Floreal, Guapiaçu, Ibirá, José Bonifácio, Mendonça, Mirassol, Monte Aprazível, Neves Paulista, Nhandeara, Nova Granada, Palestina, Severínia, Uchoa, Urupês, Votuporanga, São José do Rio Preto e Catanduva.

A substituição das sacolas descartáveis será feita por sacolas reutilizáveis ou sacolas biodegradáveis, que serão vendidas a 0,19 centavos.

“Toda a ação foi pensada para conscientizar a população sobre a necessidade de evitar o descarte de sacolas plásticas no meio ambiente, por serem a causa de entupimentos de bueiros, enchentes e asfixia de animais”, lembra Renato Martins.

Em todo o Estado de São Paulo, a campanha terá início a partir do dia 25 de janeiro. A data foi escolhida porque é o aniversário da cidade de São Paulo, a maior cidade brasileira, com grande volume de supermercados e onde está localizada a sede da APAS e das principais redes de supermercados do país.

A Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco está alinhada com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que obriga toda a sociedade brasileira a rever seus conceitos sobre a questão do lixo.

A APAS iniciou a campanha pela substituição das sacolas, mas este é só o início de um projeto mais amplo que envolve inclusive o estímulo aos supermercadistas de adotarem posturas sustentáveis até na construção da loja. O Guia da Loja Verde por exemplo, é uma publicação inédita do setor, e dá dicas de projetos economicamente viáveis para os empresários.
(Fonte:Assessoria de Imprensa)