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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

CAIXA DE GORDURA ECOLÓGICA

A CAIXA DE GORDURA ECOLÓGICA WATER CLEAN é única no mercado, pelo que vamos passar a fazer a sua apresentação:


Assunto: APRESENTAÇÃO DE NEGÓCIO ECOLÓGICO - OPORTUNIDADE

Exmos. Srs.

Meu nome é Manuel Dias, tenho 74 anos de idade, desejo retornar ao meu País de origem (Portugal), pelo que pretendo vender aqui no Brasil: Empresa e Moldes, para fabricação de Caixas de Gordura Ecológica, queiram ter a gentileza de visitar: www.vendadepatentes.wix.com/waterclean

Apresentação da Caixa de Gordura Ecológica:  Para vosso conhecimento, tomo a liberdade de lhes fazer a minha apresentação: meu nome é WaterClean, sou uma Caixa de Gordura Ecológica, destinada a ser instalada por debaixo das pias das bancadas de cozinha, com a finalidade de reter as gorduras e resíduos sólidos da lavagem da louça, o meu filtro especial garante uma retenção de 96% de todos os resíduos e gorduras, podendo a água de esgoto ser usada para rega

Trabalho em débito hídrico continuo, sou fácil de instalar, não necessito de manutenção técnica especializada, qualquer utilizador substitui o meu filtro (quando saturado de gordura e resíduos sólidos), estruturalmente a minha composição é reciclável, pelo que respeito a natureza e a ecologia

Sou um equipamento ecológico, inovador, simples, eficiente, fácil de instalar, sem manutenção técnica especializada, que responde às preocupações ambientais, no que respeita á despoluição das águas residuais nas cozinhas domésticas e industriais

As minhas reduzidas dimensões de 365x280x349 mm, permitem a montagem debaixo das cubas ou pias das bancadas de cozinha, a minha presença torna as cozinhas ecológicas, garantindo uma considerável pegada ecológica e anulando os custos de manutenção dos esgotos

Poderei ser muito útil aos vendedores de materiais para construção e lojas especializadas de materiais para hidráulica e encanação, que já comercializem caixas de gordura tradicionais

Estou disponível para testes voluntários, basta para tal, solicitar a minha presença, através de  www.watercleanbrasil.com.br
Negócio de Oportunidade:
Atenciosamente
WaterClean

NEGÓCIO ECOLÓGICO DE OPORTUNIDADE

Estamos interessados em vender a nossa Empresa no Brasil, queiram visitar:
www.vendadepatentes.wix.com/waterclean
Fonte: WaterCleanBrasil

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Retrocesso ambiental deve pôr Brasil em saia-justa na Europa

Recuo na política ambiental e poucos avanços na implementação do Acordo de Paris ameaçam levar governo a Temer a constrangimentos e reprimendas em conferência do clima da ONU na Alemanha.
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Desmatamento na Amazônia teve alta acima de 20% em dois anos seguidos, 2015 e 2016

O Brasil deve sofrer reprimendas de outros países e pode até passar por constrangimentos na próxima Conferência do Clima da ONU (COP23), que ocorre em novembro na Alemanha, em meio ao que ambientalistas descrevem como um pacote de retrocessos na política ambiental do governo.
O aumento do desmatamento na Amazônia, a possível redução do nível de proteção de áreas florestais e o foco excessivo da política energética nos combustíveis fósseis são fatores que farão o país chegar com uma imagem ruim à conferência deste ano. Presidida por Fiji, a próxima edição da COP, que ocorre anualmente, será realizada em Bonn, na Alemanha.
Embora o Brasil tenha feito até agora um bom trabalho em seus esforços diplomáticos na conferência, estes não têm sido acompanhado por avanços na implementação de medidas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e cumprir o Acordo de Paris, diz o secretário-executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl.
"Seis ou sete anos atrás, o Brasil chegava às COPs, um dos diplomatas fazia o anúncio da taxa de desmatamento e isso era seguido de uma salva de palmas porque significava que o Brasil estava enfrentando o desafio de reduzir o desmatamento e, com isso, diminuindo muito suas emissões. Agora não existe mais ambiente para aplausos", afirma Rittl. "Pelo contrário, o presidente Michel Temer ter criado um ambiente onde as questões socioambientais são moeda de troca para conseguir votos no Congresso é constrangedor por si só."
Segundo Rittl, o país já levou notícias ruins para a COP de 2016, como o aumento de 24% do desflorestamento na Amazônia em 2015 e a alta da violência no campo. Mas agora o cenário é ainda pior, com mais uma alta no desmatamento amazônico em 2016, de quase 30%, a pior taxa desde 2008.
Temer já levou ao Congresso um projeto de lei para alterar os limites da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará, reduzindo o nível de proteção ambiental da área. O projeto, que conta com apoio da bancada ruralista no Congresso, removeria restrições a atividades rurais e à mineração, e aqueles que ocuparam a região ilegalmente poderiam obter o título das terras.
O avanço do desmatamento já fez com que o governo brasileiro tomasse uma bronca da Noruega, que, questionando as políticas de conservação brasileiras, cortou pela metade, em quase 200 milhões de reais, o repasse ao Fundo Amazônia. A Alemanha também condicionou a manutenção de suas contribuições à redução dos índices de desmatamento.
No âmbito do Acordo de Paris, o Brasil tem como meta reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 37% até 2025 e em 43% até 2030, tendo como referência os níveis de 2005. Para isso, se comprometeu a zerar o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030 e expandir a participação de energias renováveis na matriz energética brasileira, incluindo as energias eólica, biomassa e solar.
Impulso para os biocombustíveis
Uma nova política para biocombustíveis, o RenovaBio, pode ser a única notícia positiva que o Brasil terá a apresentar na conferência, mas, ainda assim, a falta de clareza sobre suas metas preocupa. O programa deve ser tema de um evento oficial do governo brasileiro na COP23, segundo o Ministério do Meio Ambiente.
Uma nova política para biocombustíveis, o RenovaBio, pode ser a única notícia positiva que o Brasil terá a apresentar na conferência, mas, ainda assim, a falta de clareza sobre suas metas preocupa. O programa deve ser tema de um evento oficial do governo brasileiro na COP23, segundo o Ministério do Meio Ambiente.
 
Assistir ao vídeo02:15

Como as mudanças climáticas afetam nossa vida?

O objetivo do RenovaBio é contribuir para que o país aumente a participação de bioenergia sustentável na sua matriz energética para aproximadamente 18% até 2030, expandindo o consumo de biocombustíveis, aumentando a oferta de etanol e a parcela de biodiesel na mistura do diesel.
Contudo, o governo precisa mostrar números mais concretos para ser convincente com o RenovaBio, diz o professor Tercio Ambrizzi, do Departamento de Ciências Atmosféricas da USP. "Quanto efetivamente vamos contribuir para o corte de emissões? Como isso vai ser importante? Se não se colocar números associados a ele, o anúncio desse programa é como anunciar um programa político", afirma Ambrizzi, que prevê uma participação "pífia" do país na COP23.
Ainda que a política para biocombustíveis seja implementada, Ambrizzi ressalta que ela pouco trará se não for aliada a uma mudança na matriz energética. E não há indícios de grandes transformações. O Plano Decenal de Expansão de Energia, publicado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, ainda prevê mais de 70% dos investimentos até 2026 no segmento de combustíveis fósseis, isto é, petróleo e gás natural.
Esse planejamento também foi alvo de críticas da organização Climate Action Tracker (CAT), que monitora o progresso de vários países para alcançar as metas do Acordo de Paris. Em avaliação publicada sobre o Brasil em maio, a CAT afirmou que "acontecimentos recentes no planejamento da infraestrutura energética e níveis crescentes de desmatamento evidenciam uma piora na implementação da política climática do Brasil, na direção oposta do que é necessário para atingir a meta do Acordo de Paris".
A CAT também mencionou o corte de 50% no orçamento do Ministério do Meio Ambiente e outras áreas, o que, na sua avaliação, aumenta as preocupações sobre a capacidade do governo de monitorar o desflorestamento.
Pior do que Trump?
A COP23 será a primeira Conferência do Clima realizada desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a intenção de deixar o Acordo de Paris, o que deverá influenciar os debates. Porém, na avaliação de Rittl, do Observatório do Clima, o que tem ocorrido em termos de política ambiental e climática no Brasil chega a ser pior do que o abandono do acordo por Trump.
"Nos EUA, a decisão de Trump acabou gerando uma reação muito positiva de governos estaduais, prefeituras e no setor privado, com muitos anunciando que vão manter proporcionalmente as metas. No Brasil, o que estamos vendo é a desconstrução muito acelerada da política socioambiental num país que era exemplo."
A imagem brasileira fica ainda mais negativa em comparação com a de outros países emergentes. De acordo com a CAT, medidas positivas de China e Índia, que estão acelerando a transição para energias renováveis e começando a abandonar usinas a carvão, superam significativamente os impactos negativos das propostas do governo Trump nos EUA.
Enquanto isso, especialistas apontam que o Brasil parece estar retrocedendo, o que põe em xeque a capacidade brasileira de cobrar outros países sobre suas ações climáticas nas discussões da COP.
"Em 2016, acendemos a luz amarela. O que está acontecendo agora no Congresso acende a luz vermelha. O alarme precisa ser ligado", diz Rittl.
http://www.dw.com/pt-br/retrocesso-ambiental-deve-p%C3%B4r-brasil-em-saia-justa-na-europa/a-40094991

Meio ambiente: especialistas alertam para destinação correta de embalagens de defensivos agrícolas

meioambr
No dia 18 de agosto é celebrado o Dia Nacional do Campo Limpo. A data tem o objetivo de lembrar a importância de retirar embalagens vazias de defensivos agrícolas do meio ambiente
Desde 2002, quando entrou em operação, o sistema já destinou corretamente mais de 420 mil toneladas de embalagens, como analisa a coordenadora de Operações do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev), Acilamar Vilela, em entrevista exclusiva no quadro Meio Ambiente do programa Cidadania em Destaque desta terça-feira (15), na 730.
“Nenhum país no mundo faz o que o Brasil faz. Isso começou com uma necessidade que se observou devido às embalagens que eram descartadas incorretamente. Eram jogadas dentro de rio, colocava em risco a vida de animais e pessoas e, desde então, a cadeia se uniu. Houve uma legislação que obrigou todos os envolvidos na produção agrícola a dar o destino ambientalmente correto”, afirma.
Segundo a coordenadora, no ano de 2002, foram recolhidas 3 mil toneladas de embalagens. Em 2016, foram mais de 44,5 mil. Acilamar Vilela destaca o que diz a lei sobre a adequada destinação dos produtos.
“A embalagem terminou na sua mão, agricultor. Então é sua obrigação dar o destino ambientalmente correto dessa embalagem. O agricultor precisa fazer a tríplice lavagem, a inutilização dessa embalagem e devolver nos locais indicados na nota fiscal”, pontua.
Em Goiás, o engenheiro agrônomo da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater), Oriçanga de Bastos Júnior, frisa que o trabalho é feito pelo órgão em parcerias com os municípios. “Em 2010, tiramos 5,5 toneladas de embalagens em Teresópolis, Nerópolis e Campo Limpo. No ano passado, um trabalho realizado junto com a Associação Goiana dos Empresários Revendedores de Produtos Agropecuários (Agerpa) e Prefeitura municipal, através da Secretaria de Meio Ambiente de Teresópolis, recolhemos 1,5 tonelada só em Teresópolis”, argumenta.
Ao retirar dos campos 94% das embalagens plásticas primárias comercializadas, o Brasil se mantém como líder mundial em destinação adequada desse material. Essas conquistas serão celebradas em 18 de agosto, Dia Nacional do Campo Limpo.
http://portal730.com.br/noticias/saude-e-ciencias/73867-meio-ambiente-saiba-qual-a-destinacao-correta-para-embalagens-de-defensivos-agricolas

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Meio Ambiente e Educação realizam campanha para arrecadar óleo de cozinha usado

oleo
A Diretoria de Agricultura e Meio Ambiente em parceria com a Diretoria de Educação lançam a partir desta segunda-feira, 14 de agosto, “Dia de Combate à Poluição”, uma campanha voltada para a coleta de óleo usado, de cozinha, para que seja destinado à reciclagem. O óleo arrecadado em campanha será destinado à empresa Copróleo, de São Manuel, também responsável pelo material informativo a ser distribuído aos alunos da rede municipal de ensino fundamental I e II (1º ao 9º anos) e também às escolas particulares, convidadas para participar desta importante campanha em prol do meio ambiente. Cada escola recebeu o recipiente onde será depositado o óleo arrecadado pelos alunos, e, quando necessário, será recolhido pela Diretoria do Meio Ambiente.
A principal novidade da campanha é a troca de 4 litros de óleo usado por uma muda de árvore, e essas árvores poderão ser utilizadas em projetos de arborização urbana municipal e/ou reflorestamento de matas ciliares de rios, (APP) Áreas de Preservação Permanente em Lençóis Paulista.
A campanha possui três enfoques principais, sendo o processo de educação ambiental da Diretoria de Agricultura e Meio Ambiente com professores e alunos; a reciclagem do óleo de cozinha usado pela Copróleo, e como resultado o recebimento de mudas de árvores para plantio em nossa cidade.
A campanha lançada oficialmente em 14 de agosto terá, em princípio, duração de um ano, podendo ser prorrogada ao final deste período, podendo ser um programa permanente. A ação também atende a Lei nº 3976/2009, que fixa o calendário de datas comemorativas do meio ambiente, sendo 14 de agosto o “Dia de Combate à poluição”.
Outras ações relativas ao tema estão em elaboração, como ciclo de palestras, visitas técnicas à usina de reciclagem e CEA – Centro de Educação Ambiental da Estação de Tratamento de Esgotos, visitas à nascente municipal modelo na Cecap, previstas ainda para este mês de agosto. Os resultados desse processo e ações serão apresentados ao Programa Município Verde Azul – ciclo 2017.
http://lencoisnoticias.com/meio-ambiente-e-educacao-realizam-campanha-para-arrecadar-oleo-de-cozinha-usado/

Cuidado com o meio ambiente combina com lucro

Cuidado com o meio ambiente combina com lucro
Uma empresa do interior gaúcho está crescendo a partir de uma ação nacional sustentável e reconhecida. A Biotechnos, de Santa Rosa, ganhou o Prêmio Nacional da Inovação na Categoria Inovação e Marketing e se prepara para continuar evoluindo, de forma sustentada e com o desenvolvimento de novas soluções. A empresária Marcia Werle fundou a Biotechnos – Projetos Autossustentáveis em 2007. A ideia surgiu a partir da proposta de conscientizar as comunidades e as escolas sobre como armazenar corretamente o óleo de cozinha. Naquele momento, o principal produto da empresa eram as usinas de biodiesel voltadas para a agricultura familiar e cooperativas.
Segundo o Conselho Nacional do Meio Ambiente, um litro residual do produto é suficiente para contaminar 12 mil litros de água. Todos os anos, 50 milhões de residências e estabelecimentos comerciais descartam inadequadamente, no Brasil, 1,5 bilhão de litros de óleo. “A parceria com a comunidade é essencial para manter a sustentabilidade dos projetos da nossa empresa. Isso porque desde sempre trabalhamos com o foco na transformação de produtos e criamos um sistema para vender aos clientes que beneficie o meio ambiente”, comenta Marcia.
Hoje, são mais de 20 usinas montadas no Brasil que compraram da Biotechnos o jeito de transformar óleo e gordura em biodiesel. Em breve, os equipamentos serão exportados para Argentina, Chile e Nova Zelândia. Apesar de fundamental, a tecnologia não é a única ferramenta necessária para desencadear uma transformação. A partir da assessoria da Biotechnos, foram realizadas parcerias com escolas para que as crianças conhecessem todo o processo de produção do biodiesel. “Nosso lema é produzir biocombustíveis gerando o mínimo de emissões de poluentes e com produtos locais”, revela a empresária.
O coco que quebra a máquina
Contudo, a grande novidade da Biotechnos está no novo maquinário, produzido a partir da incubação no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), instituição mantida pela Universidade de São Paulo (USP) e pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen). Em 2008, Marcia estava em curso em São Paulo e conheceu o babaçu, um coco com enorme potencial econômico, mas mal aproveitado por conta das dificuldades de extração.
“Dizem que o coco do babaçu é capaz de quebrar uma máquina, mas não existe máquina que quebre o coco. Se não existe a gente inventa, certo?”, questionou a empresária. Foram necessárias três versões até que fosse possível entrar na fase de testes. O equipamento será utilizado em Arranjos Produtivos Locais (APLs) com a participação das mulheres que extraem o coco, as quebradeiras, viabilizando seu uso na produção de energia e em indústrias de alimentos e cosméticos, entre outras.
“Em geral, apenas as amêndoas (que representam cerca de 8,7% do peso do fruto) são aproveitadas. Cada fruto pode ter de uma a oito amêndoas, mas a média é de três ou quatro por fruto. Uma quebradeira de babaçu consegue, em média, de oito a dez quilos de amêndoas por dia”, revela. Nas associações ou cooperativas as amêndoas são comercializadas ou esmagadas para extração do óleo, que depois é vendido para as indústrias dos setores de higiene e limpeza. As quebradeiras utilizam, também, uma parte do óleo para a produção artesanal de sabão em barra. “Com esse maquinário, queremos melhorar o processo de extração e diminuir os acidentes. Já conseguimos uma eficiência de 94% e pretendemos melhorar ainda mais”, comemora Marcia.
Parceria com o SEBRAE/RS
A empresária conta que a entidade faz parte da história da Biotechnos. “Sempre buscamos conhecimento na área de gestão para não deixar de crescer. Participamos de feiras e consultorias e, em 2016, nos aproximamos ainda mais com a inscrição em prêmios como o Prêmio Nacional de Inovação, que ganhamos na categoria Inovação em Marketing”, destaca Marcia.
O gerente da regional Noroeste do SEBRAE/RS, Armando Pettinelli, define a empresa como um negócio voltado para empreender com sustentabilidade. “A empresa que surgiu com o propósito de trazer soluções inovadoras e sustentáveis para a região e logo ganhou o mundo, pautada não só pela competência na geração e concepção das soluções, mas também pela capacidade de gerenciamento de seus projetos”, conclui.
http://felipevieira.com.br/site/cuidado-com-o-meio-ambiente-combina-com-lucro/

Degradação do meio ambiente no Rio só piora, alerta biólogo

Um ano após a realização da primeira Olimpíada na América do Sul, a degradação do meio ambiente da sede dos Jogos só piorou. A constatação é do biólogo Mario Moscatelli. Com o foco nas águas do complexo lagunar da Barra da Tijuca, no entorno do Parque Olímpico, ele revela que até mesmo as capivaras que circundavam a mata à beira das lagoas do Rio não estão resistindo à poluição.Dois rios continuam despejando diariamente uma quantidade enorme de esgoto e detritos na lagoa do Jacarepaguá. Dois rios continuam despejando diariamente uma quantidade enorme de esgoto e detritos na lagoa do Jacarepaguá.
Muitas têm sido encontradas mortas sem nenhum ferimento, sem perfuração. Ou seja, não se trata de armadilha de caçadores. É por causa das toxinas, é pelo grau de contaminação”, disse Moscatelli, em entrevista ao Terra .
O biólogo é referência no estudo das condições das praias e lagoas das áreas urbanas do Rio. Durante os últimos anos, Moscatelli já vinha denunciando a situação ao redor do Parque Olímpico, que é margeado pela Lagoa de Jacarepaguá.
Ali, dois rios cercam a área que recebeu milhares de atletas do mundo inteiro em 2016. Tanto o Arroio Pavuna quanto o Pavuninha continuam despejando diariamente uma quantidade enorme de esgoto e detritos na lagoa.
“Esgoto, lixo e assoreamento agem em conjunto para que essas lagoas da Barra mantenham o título de campeãs da América ‘Latrina’. É isso mesmo: essas áreas se tornaram uma grande latrina, graças à omissão dos governos federal, estadual e municipal.”
“Vou sugerir que se faça uma Operação Lava Latrina, mostrando os crimes ambientais cometidos diariamente ali e em outras regiões do Rio", diz o biólogo Mario Moscatelli.
“Vou sugerir que se faça uma Operação Lava Latrina, mostrando os crimes ambientais cometidos diariamente ali e em outras regiões do Rio", diz o biólogo Mario Moscatelli.
Foto: Silvio Barsetti / Especial para Terra
Cansado de ouvir promessas das autoridades sobre a recuperação das lagoas de Jacarepaguá, Camorim, Tijuca, Marapendi e Lagoinha – que formam o complexo laguna da Barra numa extensão de 15 quilômetros –, Moscatelli vai encaminhar esta semana um relatório da situação ao Ministério Público Federal.
“Vou sugerir que se faça uma Operação Lava Latrina, mostrando os crimes ambientais cometidos diariamente ali e em outras regiões do Rio. Antes, quando sobrava dinheiro para a Olimpíada, nada foi feito. Hoje, com a crise por que passa o Rio, a alegação é de que falta dinheiro. Essa representação ao Ministério Público Federal vai especificar o impacto dos problemas ambientais na economia e na saúde pública da cidade.”
O Rio não cumpriu nenhum dos compromissos assumidos para o meio ambiente no dossiê da candidatura para os Jogos de 2016. Um deles, o tratamento do esgoto lançado na Baía de Guanabara, também não avançou e frustrou ativistas e atletas que velejaram pelo local durante a Olimpíada.
s://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/degradacao-do-meia-ambiente-no-rio-so-piora-alerta-biologo,f71827f6a5f84344f6b8d5cfe255fc07rlx65iqm.html